quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Em futebolês - Bernardino Barros



MAS QUE GRANDE TRINTA E UM


Ironia das ironias. Não é que o comandante do campeonato, invicto, é precisamente o clube que esteve na corda bamba para sofrer a primeira “chicotada psicológica” da época? Pois é, precisamente o Sp. Braga, liderado por Domingos Paciência, para quem já se perspectivava o despedimento caso não vencesse o primeiro jogo do campeonato (Académica), estando já à soleira da porta o seu substituto (André Vilas Boas). O Braga ganhou em Alvalade e agora é só pancadinhas nas costas. Resta saber até quando.

Na jornada do campeonato o realce vai precisamente para a derrota dos leões em casa, com o estado-maior leonino a avisar que, ou as coisas (resultados) mudam ou vão rolar cabeças. A verdade é que este Sporting tem fases de bom futebol atacante, funciona bem melhor com o losango Miguel Veloso, Vukcevic, João Moutinho e Matías Fernández, mas tem um problema de uma defesa bastante vulnerável, principalmente Polga, e com Rui Patrício a dar algumas barracas. Tudo isto somado a um Liedson afastado dos golos dá um grande trinta e um para os lados de Alvalade. Para piorar as coisas, os milhões da Liga dos Campeões fugiram ontem com o empate com a Fiorentina.

O Benfica e os seus adeptos começam agora a compreender que o campeonato português é bem diferente dos jogos de pré-época. Empatou em casa com o Marítimo nos últimos momentos e venceu em Guimarães ao soar do gongo, provando que a tarefa de ser campeão é bem difícil e não será o passeio que foi idealizado por muitos. As equipas portuguesas são bem orientadas e hoje por hoje não há reis da táctica, ou pelo menos não há exclusividade no reinado, quase todos os treinadores a dominam e bem. Realce para nova grande penalidade perdida por Cardozo.

O FC Porto deu mais uma prova inequívoca que não há imprescindíveis no seu plantel (ausência de Hulk), fazendo uma boa exibição com boas exibições de Varela (velocidade nas alas), de Falcao (boa presença na área e excelente finalização) e de Belluschi (bom estratega e letal em zonas mais próximas da área), para além do regresso do Cebola, com um golo e indicações que o regresso à boa forma está bem perto.

Destaque para o bom começo de campeonato para Belenenses, Marítimo e Rio Ave.

Agora vem aí a terceira jornada do campeonato, para depois se jogar a qualificação de Portugal para o Mundial de 2010, com deslocações difíceis e decisivas para o sucesso de Carlos Queiroz e da Selecção. Para os difíceis confrontos uma baixa de vulto, a do avançado Hugo Almeida, titularíssimo de Queiroz, que como se esperava convocou o levezinho para se estrear na Selecção nacional, ao lado dos compatriotas Deco e Pepe. Mais naturalizado, menos naturalizado o que se pede é que Portugal vença e se possível com golos do portuga Liedson, senão está instalado um grande 31.

EM FUTEBOLÊS é um novo espaço semanal da autoria de Bernardino Barros

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A viola tocou mais alto no fado leonino

Sexta tentativa, novo falhanço. Após cinco jogos oficiais sem vencer, o Sporting tinha obrigatoriamente de marcar, pelo menos, mais um golo do que a Fiorentina para seguir para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Um remate extraordinário de João Moutinho, a dez minutos do intervalo, deu esperança aos adeptos portugueses. Era legítimo que assim fosse porque, durante toda a primeira parte, o Sporting teve o domínio e foi sempre mais incisivo junto à baliza de Frey. A Fiorentina empatou, depois do descanso. Ficou tudo desfeito, ali.

A entrada de Jovetic foi a pedra de toque para mudar o jogo. Ou melhor: o jovem médio montenegrino revelou-se um verdadeiro diamante. Ao intervalo, em desvantagem na partida e na eliminatória, Cesare Prandelli decidiu arriscar e trocar um lateral (Gobbi) por Jovetic, juntando-o a Mutu e Gilardino no ataque à baliza de Rui Patrício. A verdade é que a alteração teve resultados imediatos pois os italianos apertaram o cerco e o Sporting perdeu a coesão defensiva que havia tido até aí. Nove minutos após o recomeço, Jovetic rematou forte para o golo do empate.

A Fiorentina estava, de novo, em vantagem. Certo que ainda faltava muito tempo para jogar mas, sem poder contar com Vukcevic, Postiga e Caicedo, que armas teria Paulo Bento para procurar ainda virar a eliminatória? Muito poucas, é um facto. Carlos Saleiro e Tonel - bem exemplificativo do que foi escrito atrás: um central foi o último trunfo atacante - foram lançados numa tentativa de conseguir chegar à baliza de Sebastian Frey (mais uma bela exibição). Porém, os viola fecharam-se bem sobre uma vantagem preciosa e trancaram todos os caminhos para o sucesso leonino. Era preciso um verdadeiro milagre à semelhança do que aconteceu na Holanda.

Soou o apito final de Howard Webb e o Sporting caiu da Liga dos Campeões. Terá agora a oportunidade de discutir a Liga Europa, sim, mas há uma diferença abissal entre ambas principalmente no aspecto financeiro. Porém, nesta liga milionária apenas os mais fortes sobrevivem. Os leões deram, no primeiro tempo, mostras de ter capacidade de seguir em frente, no entanto, com um aumento da Fiorentina em busca da igualdade, sobressaíram as debilidades de uma equipa algo imatura para uma prova tão complicada - oito jogadores da formação, no final, é um número excessivo.

A visão dos adeptos - FC Porto

O FUTEBOLÊS falou com os administradores de três conhecidos sítios de apoio a cada um dos grandes, a fim de colocar cinco questões sobre o que esperam da próxima época e aquilo que os seus respectivos clubes poderão alcançar. A visão dos adeptos, sempre importante. Comecemos por José Carvalho, administrador do prestigiado Portal dos Dragões.

"O PENTA É O MÍNIMO QUE SE PODE ESPERAR"

FUTEBOLÊS: O que espera do FC Porto nesta temporada?
JOSÉ CARVALHO: O que se pode esperar de um FC Porto tetracampeão? No mínimo, que chegue a pentacampeão. O FC Porto parte novamente em clara vantagem. Mais uma vez tirou benefício do facto de ser o único clube português amplamente reconhecido no mercado internacional pela sua qualidade. Também fez boas aquisições, mas que acarretam sempre riscos, que geralmente são atenuados pelo facto de os jogadores virem encontrar uma organização altamente profissional e que está talhada para vencer. A nível internacional, a Champions League não se compadece com entradas a meio-gás ou com erros. Se começarmos bem e se cumprirmos o objectivo de chegar aos oitavos-de-final, podemos pelo menos tentar repetir o desempenho do ano passado. Passo a passo, com competência, responsabilidade e sem euforias bacocas.

F: Que análise faz do plantel?
JC: A saída de Lucho González foi um choque. Durante anos a fio sorri só de pensar que tínhamos a sorte de ter connosco um jogador de grande nível internacional, um dos melhores do mundo na sua posição. Lisandro é outro caso bicudo em termos de substituição. No entanto, quando olho para a globalidade do plantel, parece-me que temos mais soluções. Estamos mais fortes nos guarda-redes, onde Helton tem um adversário de peso. Reforçamos as laterais, apesar da saída de Cissokho. Somos um dos clubes a nível europeu com melhores soluções a nível de defesas centrais. No meio-campo, houve a preocupação de termos pelo menos duas alternativas para cada posto. Lucho saiu, mas Valeri é o segredo melhor guardado pelo FC Porto e Belluschi já vem demonstrando o seu potencial. Acho que aqui também Jesualdo tem mais soluções. No ataque estamos bem com Falcao e Farías. Aliás, os adeptos do FC Porto - os que importam verdadeiramente - esquecem-se que Farías foi "só" o segundo melhor marcador na época passada, a um ou dois golos de Lisandro. E este ano já leva um golo e uma assistência. Fala-se em mais um reforço. Até dia 31 tudo é possível. No FC Porto já sabemos que é assim. Se vier que seja para trazer valor acrescentado, até porque a época é longa.

F: O que lhe tem parecido este início de época?
JC: Acompanho com atenção apenas o FC Porto, o que nem sempre é evidente. A avaliar pelos contéudos de alguns media, às vezes, pergunto-me se somos de cá. Apesar das saídas importantes, parece-me que não teremos um arranque tão complicado como o do ano passado. De resto, é o "ruído" habitual, e o renovar da esperança dos que gostariam de destronar o FC Porto. Não dou a isso especial importância mas o facto é que há adeptos do FC Porto que às vezes se deixam afectar pela "euforia" adversária. Felizmente, no Olival, é exactamente o contrário...

F: Será o ano do pentacampeonato?
JC: O FC Porto, conforme já disse, parte em vantagem. Sobre os outros, desconfio deste arranque em falso do Sporting. Têm ficado sempre em segundo lugar nos últimos anos e pelo facto de manterem a mesma estrutura, mas reforçada, são teoricamente a equipa mais perigosa para o FC Porto. Espero uma temporada longa, cheia de casos e muitas barreiras pelo meio. A situação do Hulk é só para abrir o apetite.

F: De que forma serve o Portal dos Dragões para apoiar o clube?
JC: O Portal dos Dragões serve acima de tudo para divulgar o nome do FC Porto no mundo inteiro, e isso acontece há mais de uma década. É também um espaço onde os ciberdragões podem encontrar muita informação sobre o FC Porto e discutir o clube em comunidade.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Paulo Bento e mais um mal-estar

É fácil criticar quando algo não corre bem. Sempre foi assim, em qualquer que seja a situação. No futebol, ainda mais: não é à toa que se diz que tem o hábito de criar e, num ápice, desfazer heróis. Basta um pequeno erro para tudo se desmoronar. No Sporting, neste momento, tudo parece correr mal. Torna-se, por isso, um alvo fácil das críticas. Sabemos que os adeptos gostam de exorbitar, que variam entre dois extremos com imensa facilidade. Todavia, parece-me que esta é, sem dúvida, uma fase complicada. Em termos futebolísticos, primeiro, mas também em termos de liderança.

Tem havido, nos últimos dois/três anos, situações complicadas que têm fragilizado o balneário sportinguista. Houve o caso de Stojkovic, primeiro: o guarda-redes sérvio começou a temporada como dono da baliza mas acabou por ser preterido por Rui Patrício depois de se desentender com Paulo Bento. Seguiu-se Vukcevic. Depois, Veloso e Moutinho. Todos eles manifestaram intenção de abandonar Alvalade: os dois primeiros, à semelhança de Stojkovic, criticaram Paulo Bento - Miguel Veloso recusou-se a ser lateral, sempre afirmando que era médio, e até disse ser alvo de uma campanha. Porém, foram as declarações de João Moutinho, o capitão, que mais impacto tiveram no seio do grupo. Todas foram resolvidas, bem ou mal.

Agora, Fábio Rochemback queixa-se de não ser utilizado e pretende, também ele, sair do clube. Ainda para mais, foi noticiado em vésperas do Sporting defrontar a Fiorentina, uma partida absolutamente crucial. Paulo Bento tem uma nova situação delicada para gerir. Nem sempre o tem feito bem, há que dizer. O seu feitio frontal e sem complexos é bem reconhecido de todos. Pode não ser a melhor forma para resolver estes casos de desgrado - obviamente acontecem em todas as equipas - mas é a encontrada pelo treinador. Porém, penso que deveria haver aqui uma intervenção do próprio clube para pôr cobro a este tipo de mal-estar. Daí que Pedro Barbosa tenha que se afirmar, claro.

Triste atitude

José Carmo, repórter fotográfico do Jornal de Notícias, foi hoje atropelado por Afonso Ribeiro, motorista de Pinto da Costa. Mas mais: após o acidente, ocorrido à entrada do Tribunal São João Novo, no Porto, o carro não parou e seguiu o seu caminho. Como se nada tivesse acontecido, mesmo alertado por membros da polícia, o motorista não levantou o pé do acelerador. É triste que assim seja. Fica a nota.

Constatações (esperadas) à segunda jornada

Cumprida que está a segunda jornada, o que há a reter da Liga Sagres 2009-10? Muito pouco, até ao momento. Poucos golos, pouca intensidade, enfim, pouco espectáculo que se mistura com as polémicas habituais em torno das decisões arbitrais. Fora isso, o campeonato português pode-se dividir em dois grupos de clubes: os grandes e os outros. Os primeiros têm as maiores atenções de forma natural pois são os candidatos ao título, o céu para qualquer equipa. Nas restantes também há divisões: umas tentam chegar à Europa, outras superar o ano transacto fazendo uma época tranquila e ainda há aquelas que sabem que terão de sofrer até final para se manterem entre os melhores. Ao cabo de duas jornadas, que ilações se tiram do rendimento dos três grandes? Assim à primeira vista e atendendo à classificação, que FC Porto e Benfica se equivalem enquanto o Sporting atravessa um mau período

Nos portistas, Jesualdo Ferreira parece ter encontrado boas soluções para substituir Lucho e Lisandro, com as entradas de Belluschi e Falcao (dois jogos, dois golos). Mesmo sem ter ainda o poder de anos anteriores, este FC Porto já se mostra em bom plano. O Benfica, tem os mesmos quatro pontos dos dragões, e tem confirmado estar bem melhor do que na temporada anterior e preparado para discutir o título. Porém, não mostra o brilhantismo que o caracterizou na pré-época. Em relação ao Sporting está, sem qualquer dúvida, uns furos abaixo dos rivais. Pode ser uma situação momentânea, claro, mas há muito para Paulo Bento melhorar - também o treinador tem estado na mira dos adeptos devido às más exibições e, sobretudo, maus resultados. A derrota com o Sp.Braga, em Alvalade, trouxe más perspectivas aos adeptos leoninos.

Ora, os bracarenses têm sido o destaque deste início de campeonato pois foram os únicos que conseguiram vencer nas duas rondas e, por isso mesmo, lideram isolados. Após a desilusão europeia - o Sp.Braga foi eliminado pelos suecos do Elfsborg -, os adeptos arsenalistas voltam a acreditar que poderão ser bem sucedidos internamente. O objectivo é repetir essa presença na Liga Europa, intromentendo-se entre os grandes. Também o Nacional da Madeira parte com a mesma ambição e, por aquilo que mostrou frente ao Sporting e ao FC Porto, Manuel Machado voltará a contar com um bom plantel embora se sinta a falta de Nenê, o artilheiro-mor da época passada. Marítimo e Vitória de Guimarães, depois de terem sido presenças europeias constantes, tentarão voltar a conquistar um lugar entre os cinco primeiros depois do fracasso do ano anterior. Legitimamente.

Há, depois desses, os clubes que procurarão fazer uma temporada sem sobressaltos mas não olhando directamente para os primeiros postos. São os casos de Paços de Ferreira, Académica e Leixões. Em 2008-09, todos eles conseguiram prestações além do esperado: os pacenses chegaram à final da Taça de Portugal e, mesmo não tendo a descida a apoquentar, tardaram a conseguir a permanência e é isso que tentarão alcançar mais rapidamente; em Coimbra, Rogério Gonçalves terá uma tarefa complicada pois a herança de Domingos é pesada (sétimo lugar); os leixonenses foram a sensação da temporada anterior mas não é crível que repitam o feito pois perderam jogadores influentes como Beto e Bruno China.

Chegam, por fim, as equipas que jogam para o pontinho, procurando amealhar todos para que se mantenham: o Vitória de Setúbal que sofreu uma autêntica revolução e onde Carlos Azenha, na sua primeira passagem como treinador principal, está ainda numa fase experimental - um empate e uma derrota, bons apontamentos defensivos mas ainda muita falta de engrenagem e de fio de jogo; a Naval e o Rio Ave, sempre com o fantasma da descida a perturbar, procurarão cedo chegar à permanência e parecem ter atributos; o Belenenses, treinado por João Carlos Pereira, após anos de sucesso com Jorge Jesus, teve uma época péssima e tentará remediar essa situação de forma a conseguir ficar na Liga Sagres; União de Leiria e Olhanense, as equipas que subiram, jogarão - assim como afirmou Manuel Fernandes - para a liga dos pobres procurando cada pontinho que lhes permita alcançar o objectivo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Os problemas do Sporting

Assim que se assumiu como candidato à presidência do Sporting, e perante a mediática aposta de Paulo Pereira Cristóvão em Eriksson - o sueco que agora se perdeu pelo terceiro escalão inglês -, José Eduardo Bettencourt mostrou que, com ele, o treinador continuaria a ser Paulo Bento. Forever, afirmou aquele que, posteriormente, se tornou presidente do clube de Alvalade. Os adeptos, na sua grande maioria, aplaudiram a ideia. Afinal, Paulo Bento tem feito um trabalho positivo: conquistou taças nas últimas temporadas, tem sido importante na renovação da equipa e, apesar de não ser campeão, há quatro épocas que consegue o segundo lugar.

Para um candidato ao título, ser segundo é ser o primeiro dos últimos. Porém, no campeonato português, dava acesso directo à Liga dos Campeões - uma prova onde todos os clubes querem marcar presença, fundamentalmente pelo aspecto financeiro. Além disso, o Sporting tem, por norma, orçamentos mais reduzidos do que o dos rivais: ficar à frente do Benfica, o rival de sempre e que ainda por cima possuiu melhores condições económicas e alguns nomes sonantes no plantel, pode ser visto como uma vitória para alguns adeptos sportinguistas. Ainda há bem pouco tempo, Bettencourt ressalvou esse facto. Com justeza, quanto a mim.

Todavia e independentemente disso, os adeptos querem a conquista do campeonato para se imporem no futebol nacional - algo que foge há nove anos. Tem falhado, sempre. Paulo Bento sabe que, por muito que faça pelo clube, são os resultados que mandam. É um cliché do futebol, com todo o sentido porque é algo que acontece em qualquer equipa. Nesta temporada, em cinco tentativas quer em Portugal quer na Europa, o Sporting ainda não conseguiu vencer nenhum jogo oficial. Para uma equipa grande, é de facto preocupante. Pior ainda quando as exibições e a chama da equipa deixam, também, muito a desejar. Estranho porque, praticamente, não houve mudanças no onze-base.

Quando assim é, naturalmente que o treinador se torna um alvo apetecível para os críticos. Ora porque não coloca a equipa a jogar bem, ora porque tem opções discutíveis. A Paulo Bento, longe de ser o único culpado do mau estado dos leões, parece-me que há dois defeitos que lhe podem ser apontados. São ambos bem semelhantes: a sua teimosia - o losango, tão experimentado, está demasiado gasto e tornou-se fácil de manietar pelos adversários - e a sua inflexibilidade - as substituições, quase sempre previstas e copiadas de partidas anteiores. Há ainda muito para jogar, muito tempo para mudar e melhorar, mas o Sporting não está bem. Resta saber se conseguirá emendar.