quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Logicamente reprovada

Após a polémica eliminação frente à França, os responsáveis federativos da República da Irlanda pediram para serem a trigésima terceira Selecção presente no Mundial 2010, ou seja, através de um lugar extra. A FIFA, organismo que tutela o futebol mundial, garantiu que se trata de um desejo "impossível" de realizar. Naturalmente. Nem se poderia esperar outra qualquer decisão. É certo que os irlandeses têm todas as razões de queixa no jogo que os afastou da África do Sul. Henry, antes de fazer o passe para o golo de Gallas, recebeu a bola com o braço. As imagens correram mundo, o próprio jogador ficou algo afectado com o lance. Foi batota. Claro que sim, mas haveria agora algo a fazer?

Não. Esta é a minha resposta, leitor. É certo que Henry ludribiou Martin Hansson, o árbitro. Ao validar o golo, o sueco errou e prejudicou a Selecção da Irlanda. São verdades de La Palice, tão facilmente comprovadas pelas imagens televisivas. No entanto, o número de países admitidos não poderia ser aumentado. Caso assim fosse, abrir-se-ia um precedente perigoso: todas as equipas que fossem prejudicadas estavam no direito de ser recompensadas. Não faria sentido, logicamente, até porque o erro faz parte do jogo e nada poderá mudar isso. Quantas mais equipas não foram prejudicadas na fase de apuramento?

1 Comentário:

Jornal Só Desporto disse...

O que Henry foi mais que visível mas claro é a França.

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