terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A Taça da Liga (pela enésima vez)

Nestes últimos tempos tenho escrito alguns textos sobre a Taça da Liga, sobre os árbitros (ou Comissão de Arbitragem, como quiserem!) e sobre futebol português no seu todo. Este é mais um. Da Taça da Liga. E dos regulamentos que ninguém compreende. Primeiro foi a história do goal-average que se fosse levado à letra colocaria o Belenenses nas meias-finais, porque o seu quociente entre golos era superior ao do Vitória de Guimarães; porém, para a Liga goal-average é a diferença entre golos marcados e golos sofridos e por isso o adversário do Benfica é o Vitória. Os recursos do Belenenses foram rejeitados pelo Conselho de Justiça. Não pelo conteúdo mas por falarem de Andreia Couto, directora-executiva da Liga que nada tinha que ver com o assunto. Pois.

Como se já não bastasse, veio o caso do vermelho a Fucile. O jogador uruguaio do FC Porto estava com cinco amarelos e assim excluído do próximo jogo do campeonato; no Restelo, frente ao Belenenses, foi expulso, ou seja, não participará no jogo imediatamente a seguir (com o Sporting, para a Taça da Liga). Desta situação conclui-se uma coisa: se o jogador tiver cinco amarelos cumpre o castigo no jogo do campeonato - nem que seja com um mês de distância! - mas se vir um vermelho já o cumpre no jogo seguinte independentemente da competição (desde que não seja internacional, claro). Dá para perceber? Não. O FC Porto, inteligentemente, aproveitou a situação para contar com Fucile no clássico com o Benfica.

A Taça da Liga é um erro. Os regulamentos são uma anedota. É uma barracada atrás da outra.

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