quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

E se fosse em Portugal?

Vi ontem o último jogo do ano da Premier League, o Hull City - Aston Villa. Foi um jogo esquisito, nem parecia inglês, tirando que tinha a lotação esgotada: poucas oportunidades e muito futebol directo. O Aston Villa, que tem feito um campeonato sensacional, marcou aos 87 minutos num auto-golo de Zayate. Mil vezes injusto, pois o Hull estava por cima e foi sempre mais perigoso.

Mas o que importa nisto tudo é o que aconteceu no terceiro minuto de compensação, quando o árbitro Steve Bennett assinalou penalty a favor do Hull, que poderia ter ditado o empate. Contudo, depois de consultar o seu assistente, Steve Bennett recuou na sua decisão e mandou marcar pontapé-de-baliza. Ainda bem que assim foi, pois a bola bateu na barra e não na mão de um jogador do Villa. O assistente foi mesmo assistente.

Depois deste lance lembrei-me da entrevista de Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem da Liga, que disse que alguns árbitros assistentes chegam à primeira categoria sem terem vinte jogos de séniores. Assim é difícil serem assistentes no verdadeiro sentido.

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