quarta-feira, 17 de setembro de 2008

FC Porto-Fenerbahçe, 3-1: custou mas foi!


Acabou a maldição do FC Porto. Seis anos depois, os tricampeões nacionais conseguiram vencer na primeira jornada da Liga dos Campeões. Frente aos turcos do Fenerbahçe, a coisa esteve difícil. E não foi pouco. O FC Porto tem muito a rever, principalmente nas laterais. É que Benítez e Sapunaru...

Melhor começo era impossível. No primeiro quarto de hora, dois golos. Primeiro Lisandro, depois Lucho. A equipa jogava e encantava. A festa nas bancadas era enorme. O jogo tinha um único sentido e havia já quem pensasse naquelas goleadas das antigas. Mas... há sempre um mas. Estranhamente, o segundo golo deixou a equipa muito relaxada e quase que a gerir o resultado. O que convenhamos, com 20 minutos de jogo é um pouco cedo para o fazer. O Fenerbahçe aproveitou as atrapalhações e as desconcentrações do FC Porto e conseguiu chegar-se à baliza de Helton. Já depois de Lisandro ter desperdiçado o 3-0 quando tinha apenas o guarda-redes Demirel pela frente, David Güiza reduziou a desvantagem. O jogo parecia relançado, quando podia estar completamente "morto". Até ao intervalo, aquele FC Porto dos primeiros vinte minutos nunca mais existiu. Não se percebe o que se passou com a equipa. Estranhíssimo!

A segunda parte começou como acabou a primeira. Com tanto tremelique e aselhice do FC Porto, os turcos de Luis Aragonés poderiam mesmo ter chegado ao empate. Ficaram ainda duas grandes penalidades por marcar a favor do Fenerbahçe, é justo dizê-lo. Os adeptos assobiavam, aplaudiam, gritavam, desesperavam. Já em tempo de descontos, a loucura total. Sapunaru jogou bem para Lino - entrado no minuto anterior - que, de primeira colocou a bola dentro da baliza de Volkan Demirel. Um golo festejado como se de uma final se tratasse. De loucos.

Que jogo esquisito...

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